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Como funciona um financiamento de carros?

O financiamento de carros no Brasil é oferecido por diversas entidades bancárias, além de outras empresas do segmento. Os financiamentos para aquisição de automóveis novos ou usados ​​são realizados em diversos bancos privados e públicos por meio do CDC (Crédito Direto ao Consumidor).

Para isso, as pessoas podem entrar em contato diretamente com o banco e informar ao gestor como captar recursos. O valor do financiamento e o parcelamento são negociados com base no salário do comprador. Portanto, as consultas foram realizadas sem o intermediário de uma loja (concessionário) de venda de veículos.

Também existem opções de arrendamento mercantil, entre as quais existe a opção de compra para aluguel de carro, e existem consórcios em que o carro só é recolhido quando é atrativo.

Veja as diversas modalidades de financiamento de carros

Os financiamentos para aquisição de automóveis novos ou usados ​​podem ser realizados de três formas: CDC (Crédito Direto ao Consumidor), leasing e consórcios.

Crédito Direto ao Consumidor (CDC)

Os consumidores de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) usam o CDC para obter empréstimos de bancos para a compra de carros. O veículo fica nas mãos do comprador, mas não pode ser negociado (vendido ao banco) até que todas as parcelas sejam quitadas.

Essa pessoa pode entrar em contato diretamente com o banco sem ter que intermediar (distribuir) na loja onde o carro é vendido. Desta forma, você pode negociar a taxa de juros que será paga. São fixados no início do contrato e não sofrerão alterações durante o período de parcelamento.

Leasing

Nessa opção, quem compra o carro é uma empresa denominada leasing (banco que presta esses serviços), que aluga o carro aos consumidores. Portanto, o cliente paga pelo carro alugado e a locadora de veículos paga em nome do carro alugado até o final do parcelamento.

Nesse momento, não há necessidade de pagar nenhuma parcela, e o consumidor passa a ser o proprietário do carro. Você pode entrar em contato com esses bancos sem a necessidade de intermediários e revendedores de automóveis.

Desta forma, a taxa de juros pode ser negociada diretamente, a taxa de juros é fixada no início do contrato e não sofrerá alteração durante todo o período de pagamento.

Consórcio

Os consumidores aqui do consórcio fazem parte de um grupo de outros compradores organizado pelos gestores do consórcio. O cliente paga parcelado, mas só recebe o veículo quando o pagamento é sacado (previsto uma vez por mês).

Além do sorteio, o consórcio também pode licitar, que é um adiantamento parcelado. Nesse caso, o consórcio que oferecer o maior valor será o licitante. Neste caso, ao contrário do CDC e do leasing, o parcelamento será alterado ao longo do período de pagamento de acordo com a variação do preço do carro a ser adquirido.

Desta forma, se o preço sobe, a participação sobe; se o preço do carro cai (por exemplo, se o IPI (Imposto sobre Produtos Industriais) for reduzido, então esta parte da redução é acompanhada por essa redução.

O contrato de consórcio pode ser de até 84 meses. Taxas de administração serão cobradas. , Refere-se ao serviço) A taxa é cobrada mensalmente, dependendo da administradora.

Como funciona um financiamento de carros

Diferenças e semelhanças entre os tipos de financiamento

As taxas de juros são em CDC e arrendamentos, e as taxas de juros são determinadas quando o contrato é concluído. Não há alteração durante o período de parcelamento.

No consórcio, não há despesas de juros, mas a taxa de administração está estipulada em contrato. A variação do parcelamento refere-se à variação do preço do carro, cujo preço pode aumentar ou diminuir.

As demais tarifas são cobradas dos consumidores no início do contrato IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O IOF cobra apenas para CDC e consórcios. Inadimplência do consumidor. O que o consumidor deve fazer se não pagar a parcela antes do vencimento da dívida?

CDC

O banco pode entrar com uma ação judicial para manter o carro que está sendo leiloado. Este valor é usado para pagar o valor restante e as taxas legais do banco. O valor restante é devolvido ao consumidor.

Leasing

Nesse caso a empresa abre um processo de ação judicial com objetivo de tomar o carro do consumidor, que nessa condição de inadimplência não recebe nenhuma parte do dinheiro que pagou.

Consórcio

De acordo com a Lei nº 11.795 de 2009, os consumidores que não pagaram as parcelas do consórcio são considerados membros do consórcio. Com isso, passou a participar do sorteio mensal que foi excluído.

Quando o dinheiro for sacado, ele tem o direito de receber o valor corrigido pago e descontar a multa estipulada no contrato. Os consorciados não considerados também podem tentar transferir a cota para outro consumidor, desde que a transferência seja feita e aprovada pelo administrador. Os membros do consórcio concedido não têm este privilégio.

Multas

Quando houver atraso, o consumidor deve ficar atento às multas e aos juros mensais: a multa não deve ultrapassar 2% do valor total da dívida. Os juros mensais de atraso não devem ultrapassar 1% do valor total da dívida (para CDC e leasing).

Para o consórcio, serão cobrados 2%. % Das multas e taxas incorridas pelas cobranças. Devido a variações no valor do carro, o valor do parcelamento também pode ser atualizado.

Documentos necessários para realizar os financiamentos

  • RG (carteira de Identidade), original e cópia
  • CPF (Cadastro de Pessoa Física), original e cópia
  • Comprovante de estado civil, original e cópia
  • Comprovante de rendimentos (holerite ou extratos bancários), original e cópia.

Fontes: Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios)

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